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segunda-feira, 25 de março de 2013

Reiki Tantrico Tibetano - Um Caminho de Amor e Compaixão by @rodrigodorje


TERAPIA REIKI
(Reiki Tantrico Tibetano)

Um Caminho de Compaixão e Autoconhecimento
Nível I – A Iniciação

      A fim de cumprir a Paramita da Generosidade e desenvolver a Compaixão Búdica em benefício de todos os seres, peço a bênção e permissão dos Mestres Mundanos e Supramundanos, para devolver ao REIKI o caráter sagrado inerente a todo ensinamento nascido no oceano Mahamudra do Vajrayana (Grande Selo do Veículo do Diamante) conhecido tradicionalmente como Tantra. Dedico os méritos gerados por minhas brancas ações virtuosas a longa vida de Meus Gurus e peço que cuidem de mim e de todos os seres até que termine o sangsara. Soha!
Rodrigo Rinchen Dorje
***
      Há  cerca de 2.500 anos no tempo de Buddha Shakyamuni, Devadata (primo do Buddha) com a mente obscurecida pela inveja, percebeu-se em grande enfermidade nos níveis do corpo, fala e mente.  Movido pelas condições kármicas e desejando tomar das formulações preparadas somente para os budas, tornou seu desequilíbrio físico e emocional intratável perante métodos de deuses e homens.  O Buddha, conhecedor da originação interdependente de causas e condições (karma) e movido por profunda compaixão, tocou a cabeça de Devadata e proclamou:
     “Se no nível relativo e absoluto da existência sou eu realmente um Buddha, estás livre de todos os obscurecimentos do corpo, fala e mente!”
Neste momento surge a Tradição Terapêutica de Harmonização pela Imposição de Mãos, que sussurrada ao ouvido de mestre a discípulo foi sendo transmitida até os dias atuais, mesclando-se a novas culturas ao longo do tempo, absorvendo novos matizes, tornando-se objeto de crença e descrença, caindo até mesmo em desuso por um longo tempo e hoje, como a Fênix, renascendo das cinzas.
     O primeiro detentor dos ensinamentos da Terapia Tantrica do Senhor Buddha nesta era foi Jivaka, o terapeuta pessoal de Buddha Shakyamuni, conhecido como o Príncipe Três Vezes Coroado.  Suas encarnações posteriores como Yutog Yonten Gonpo (o Velho e o Jovem), que viveram respectivamente no nono, décimo e décimo segundo séculos a.C., reeditaram e comentaram os Sutras e Tantras do Conquistador, combinando-os ao Sistema Terapêutico Tibetano nativo sendo este praticado no Tibet ainda hoje, podendo o conjunto destas práticas voltadas ao equilíbrio energético e psicofisiológico dos seres ser nomeado como Terapia Tradicional Tibetana (MTT).
      Entre os séculos II e I a.C., efetuou-se a redação do Sutra do Lótus e do Tantra da Clara Luz, escrituras budistas consideradas como fonte original do REIKI e de outros ensinamentos referentes à harmonização do corpo grosseiro, sutil e muito sutil. No séc. XIX por volta de 1908/1909, o Sensei (professor/mestre) Mikao Usui encontrou textos num monastério Hindu que versavam sobre as práticas de harmonização por meio da Imposição de Mãos; não tendo no entanto explicações objetivas sobre o modo de como aplicar a simbologia e ensinamentos contidos nestes textos, partiu em peregrinação em busca do entendimento necessário para ativar o fluxo da Energia Universal Vital através das mãos...
   Após 21 dias em jejum e meditação no monte Kuryama (Japão), ele obteve o insight do Método, gerando a Sabedoria necessária para despertar o potencial terapêutico inerente a cada ser, humano, animal, vegetal ou mineral.  Segundo os discípulos da Tradição Usui, no 21º dia ele avistou no horizonte luzes que caminhavam em sua direção e formavam no espaço os símbolos que havia encontrado nos textos em sânscrito; estes símbolos teriam entrado em sua mente através da região conhecida no oriente como 3º olho (meio da testa), o que o tornou inconsciente por alguns minutos.  Ao recobrar a consciência sentiu-se “diferente” e percebeu que mesmo tendo jejuado vários dias ingerindo somente água, não sentia fome nem esgotamento, mas sim que estava de posse de todas as suas energias e que sua disposição física era qualitativamente superior. Essa foi a primeira constatação da eficácia do método e segundo a tradição oral, ela foi seguida de mais quatro acontecimentos:
Na euforia de transmitir a descoberta ao Abade do monastério budista que lhe orientou ao longo de sua busca, Usui desceu correndo o Monte Kuryama e tropeçou numa pedra ferindo o dedão do pé, prontamente levou as mãos ao local como é comum quando sentimos uma forte dor, percebeu, no entanto, que suas mãos aqueciam e vibravam e que o sangramento cessou em poucos minutos.

Ao chegar na hospedaria ao pé do Monte Kuryama pediu uma farta refeição, o que não  é muito comum a quem acabou de sair de um jejum, saboreando-a velozmente sem sentir-se mal.

Observou que a filha do dono da estalagem estava acometida de uma forte dor de dente e tomando sua face entre as mãos, fez com que a dor desaparecesse.

Finalmente, ao chegar ao monastério de seu amigo Abade soube por um assistente que o mesmo estava acamado devido a uma crise de artrite. Usui impôs as mãos sobre os pontos doloridos e obteve alívio imediato dos sintomas que afligiam o amigo.

     Nos sete anos seguintes Mikao Usui trabalhou tratando pessoas em um gueto de mendigos em Kyoto no Japão; verificou, porém, que muitos que já  estavam recuperados de suas desarmonias físicas e emocionais preferiam continuar a pedir esmolas a trabalhar dignamente por seu sustento, não se integrando deste modo à sociedade por serem incapazes de assumir novas responsabilidades em sua existência.  Usui concluiu que não adiantava ajudar a quem não queria ser ajudado e que para o Reiki ser tratado com o devido respeito, é preciso que as pessoas estejam dispostas a dar algo em troca, o que não precisa ser necessariamente um valor monetário, podendo, por exemplo, ser a troca de serviços e o envolvimento do indivíduo no processo terapêutico de seu meio familiar, social e ambiental.
     Decorrido este tempo, Usui tornou-se monge budista tendo sido iniciado na Tradição Shingon que é uma ramificação do Budismo Vajrayana (Tantra).  O Budismo Shingon foi fundado no Japão no início do século XIX pelo monge japonês Kukai (Kobo Daishi, 774 - 835) que foi aluno do japonês Huikuo (Keika, 746 - 805). Huikuo foi discípulo do monge indiano Amoghavajra e este foi aluno de Vajrabodhi, renomado instrutor na tradição tântrica.
      Em 1922 Usui fundou uma escola em Tókio para ensinar a Terapia Reiki dando origem ao que hoje é conhecido como Escola Tradicional Mikao Usui, ou melhor, Usui Reiki Ryoho Hikkei (Terapia da Energia Espiritual de Usui, para harmonizar interna e externamente).
     Ele teve diversos alunos dentre os quais 16 atingiram o nível de Mestre Reiki o que significa ter a aptidão para dar as iniciações e instruções de como praticar e ensinar a técnica Reiki, impedindo desse modo que o conhecimento se perdesse após sua morte.
      Mikao Usui nasceu em 15 de agosto de 1865, no distrito de Gifu no Japão, e faleceu em 09 de março de 1926 em Fukuyama. Condensou em dois níveis, Mestrado e quatro ideogramas (símbolos) o que poderia ser compreendido pelos seres de mente e concepções comuns, formulou “Os Cinco Princípios Reiki” e transmitiu a técnica básica de aplicação da energia sobre os Sete Chakras Maiores (vórtices de energia no corpo), deixando aos iniciados a parte interna dos ensinamentos referentes ao Tantra da Clara Luz e ao Reiki.

Cursos e atendimento: https://chat.whatsapp.com/B6xVqByFgQWLXXIujZ5i1D

terça-feira, 15 de maio de 2012

Geshe Michael Roach - Buenos Aires Sheraton 1a - 18 April 2012, GMR Buenos Aires Sheraton 1a - 18 April 2012 ThreeJewelsNYC on USTREAM. Buddhism

Trata-se de:
Como encontrar, descobrir la passion, la mission en la vida
 o como traer passion para todo lo que hacemos
estar com la mente atual y as ganas e energia dos 16 anos...

el sistema de plantar semillas mentales o el karma para obtener lo que deseamos en poco tiempo




GMR Buenos Aires Sheraton 1a - 18 April 2012, GMR Buenos Aires Sheraton 1a - 18 April 2012 ThreeJewelsNYC on USTREAM. Buddhism:

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Startup Saúde Brasil: A primeira incubadora pra startups de saúde da América Latina?


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Rodrigo Correa - Terapeuta Holístico
Petrópolis - RJ   (24) 2291-1175 ou  9226-0286
Búzios - RJ        (22) 9991-5797






---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Changemakers da Ashoka <changemakers@ashoka.org.br>
Data: 19 de abril de 2012 14:42
Assunto: Startup Saúde Brasil: A primeira incubadora pra startups de saúde da América Latina?
Para: rcsterapias@gmail.com


Olá Rodrigo,

 

Mandamos este e-mail para lhe convidar a um evento de um parceiro do Changemakers.

Esperamos que você possa aproveitar esta oportunidade para aumentar ainda mais o seu impacto!

 

 

O EmpreenderSaúde, reconhecido site de inovação e empreendedorismo , vai
realizar nos dias 12 e 13 de maio na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São
Paulo, o Startup Saúde Brasil.


Foram selecionados 30 mentores de altíssimo nível para mentorar 10 startups
selecionadas. O processo, único na América Latina, durará todo o final de
semana, contará com representantes de grandes players do setor saúde e é
aberto a todas as startups do continente.


Mentores de empresas como Fleury, MinhaVida, Bradesco Saúde, Hospital Israelita
Albert Einstein e outros já confirmaram presença (Confira os mentores já
confirmados em: 
http://startupsaudebrasil.com/mentores/) . Entre os palestrantes
estão o Felipe Baeta da Endeavor, Fernando Reinach do Fundo Pitanga, André
Médici do Banco Mundial, Cássio Spina, da Anjos do Brasil (a maior rede de anjos
investidores do Brasil), Fernando Fernandes do site Saútil, Rodrigo Menezes do
escritório Derraik&Menezes e Eduardo Cruz, fundador e CEO da AxisBiotec, uma
holding brasileira de biotecnologia. Entre os fundos já confirmados estão a
DGF Investimentos e a Warehouse Investimentos. E ainda há muito outros mentores
sendo convidados para o processo.


O primeiro módulo que passarão discutirá os fundamentos do seu modelo de
negócio, o segundo planejará a sua execução e como criar um protótipo e o
terceiro servirá para prospecção de futuros parceiros, terminando a tarde de
domingo com os 10 pitches da startups "graduadas" no processo para uma
platéia convidada.


O evento está sendo realizado em parceria com o Centro de Empreendedorismo da
Fundação Getúlio Vargas (FGV), com o apoio do Startup Farm, da Artemísia, da
SP Anjos, da Anjos do Brasil e da consultoria Digital Health Revolution.


Foi estabelecida também uma parceria com a incubadora Rock Health, maior
incubadora do mundo de startups de saúde e a CEO Halle Tecco irá dar uma
mentoria mensal por 3 meses para uma startup digital após o processo.


Se você tem uma startup de saúde disruptiva, não pode perder esse evento!


Para se inscrever, acesse 
http://startupsaudebrasil.com/


Se você não tem uma startup, mas quer participar desse histórico evento,
inscreva-se para assistir ao Demo Day no domingo dia 13 de maio às 15:30!

 

 
 

 


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Dharma com Atitude.: O Grande Erro Raiz por Ivy Francis Ashu Dechen

Dharma com Atitude.: O Grande Erro Raiz por Ivy Francis Ashu Dechen: Maio de 2007 Erro Raiz é pensar, falar e se comportar como se o mundo viesse para nós e não de nós! Geshe Michae l explica no  Yoga Sutra...


O Grande Erro Raiz por Ivy Francis Ashu Dechen



Maio de 2007

Erro Raiz é pensar, falar e se comportar como se o mundo viesse para nós e não de nós!
Geshe Michael explica no Yoga Sutra - “A Mãe leva seu filho ao cinema. Na tela um homem maltrata um cachorrinho. A criança chora e quer parar o homem. Quem sabe a criança deseje tocar a tela para tentar bater neste homem? Mas, isto não vai parar o homem, porque não tem nada a ver com ele. E a criança irá ferir sua própria mão neste processo”.No percurso de um dia inteiro nossa mente vaga através de objetos externos, imagens internas ou pensamentos. A mente dá voltas, o que significa que equivocadamente distorce as coisas.
Nossa mente comete este mesmo tipo de erro, todos os dias. Em todos os momentos de todos os dias. Precisamos parar este erro, isto é, primeiro entender como se processa a realidade intelectualmente. Nossa dor é real sim e honestamente fere as pessoas. Mas, somente poderemos parar esta dor se entendermos de onde ela vem. Isto, os *Votos nos ajudarão a perceber. Mas, a não ser que entendamos verdadeiramente as coisas - a não ser que entendamos como o mundo realmente funciona, qualquer percepção ou imaginação que tenhamos, será infectada pelo Grande Erro Raiz. A mente que possuímos agora é infantil, enganosa e distorcida, no entanto, infelizmente, zelamos tanto por ela que nos custa vidas e vidas cumprir os Votos! Este engano é o que causa toda a dor no mundo, que nos faz adoecer, envelhecer e morrer.
Até percebermos a *Vacuidade diretamente no *Caminho da Visão, tudo em nossa vida faz parte doGrande Erro Raiz. O dia mais importante em nosso caminho espiritual é aquele no qual pela primeira vez paramos esse Erro Cruel. Deixamos de ver as coisas de forma incorreta. “A criança entende que o vilão não está realmente na tela do cinema”.
- De onde vem esse Grande Erro Raiz? – Vem de inúmeras vidas passadas. Chama-se erro raiz porque dá origem a todos os outros. É impresso em nosso contínuo mental e ali se mantém por acreditarmos que as coisas existem intrinsecamente, por seu próprio lado – que tudo seja auto-existente sem qualquer interferência de nossa mente. Então, a partir desta visão incorreta achamos que algo realmente existe, define e determina. Pensamos que todas as coisas, pessoas e situações sempre começam, acontecem e funcionam por si mesmas. E, devido a esse obscurecimento mental que trazemos conosco desde antes do nascimento, o DNA de nossas sementes mentais, não percebemos que as coisas, pessoas e situações não começam, não funcionam ou acontecem sozinhas. Cremos que têm existência própria e nos agarramos a esta esperança inválida. Portanto, esse erro provém de não termos suficiente compaixão e humildade para perceber que erramos o tempo todo.
- Como sair desta armadilha preparada por nossas próprias sementes mentais viciadas no grande erro raiz?
- Todos os objetos e sujeitos de nossa visão fanática desejosa, raivosa ou apegada, em algum momento vão partir nosso coração e nos estressar. Compreendendo a Vacuidade (antídoto para o erro raiz) através da compaixão com a qual cuidamos de todos, é o que extinguirá as sementes mentais negativas acumuladas por classificarmos como auto-existentes as meras aparências percebidas por nossos sentidos.
Sentimentos, intensas emoções, descriminação, etc, surgem a respeito das coisas que pensamos ver, – “e a criança golpeia com seu punho o vilão na tela do cinema”. Como diz Geshe Michael, “até mesmo esta caneta em minha mão não é uma caneta, isto é o correto. Mas, no fundo do meu coração, tenho a sensação que é uma caneta o que seguro porque me pertence, porque a encontrei na loja e porque a comprei. Todas essas idéias sobre minha caneta são incorretas. Só existe um cilindro o qual por minha virtude acumulada posso denominar caneta e usá-la para escrever preces aos seres. Não há canetas que existam pelo controle de minha mente ou fora dela, como o vilão no filme”.
Exceto a Vacuidade, absolutamente todos os dharmas estão contidos nos *5 agregados onde estão os 5 sentidos. Eles possuem as próprias marcas que criam causas e determinam condições para todos os acontecimentos, pessoas e coisas em nossas vidas.
Como disse Huang Pó:
"Os Tolos rejeitam o que vêem e não o que pensam, os Sábios rejeitam o que pensam e não o que vêem".
- Como este erro se processa em nossa percepção e comportamento?
Por causa desse erro raiz geramos as falsas esperanças, as expectativas infundadas, as quais mantêm nossa percepção errônea. Formamos a partir daí nossas idéias e conceitos equivocados.Através desses conceitos inválidos começamos a trazer para nossa mente suposições e certezas erradas sobre as pessoas, coisas, situações e caminhos, que nos obstaculizam e criam os padrões habituais de pensamento e comportamento.
Nossa mente começa a se apegar naturalmente ao conceito que fizemos sobre as pessoas, coisas e situações, sem notar que apenas seguimos nosso padrão enganoso... Devido a esse apego, sem saber, criamos uma atitude mental infrutífera, pois nossos pontos de vista estão errados. Esta visão incorreta, primeiramente, causa as aflições mentais (ignorância do EU, apego e desejo, aversão e raiva, orgulho e avareza, medo, ciúme e inveja). Funcionamos e nos relacionamos através dessas aflições mentais que atraem todos os obstáculos que impedem nossa liberdade e felicidade nas parcerias, e nos mantém acorrentados no samsara em ciclos repetitivos de vida e morte sem satisfação real.
Até o dia em que percebamos a realidade última, nossa vida seguirá guiada pelo erro que nossa mente repete indefinidamente, distorcendo as coisas. Achamos que estamos certos e que o outro é quem errou, sentimos que somos injustiçados, mal pagos, tratados com grosserias e desrespeitados. Achamos que a caneta é caneta por si mesma... “Até que a criança veja as coisas como realmente são, se lançará contra o vilão na tela, ferindo a si mesma e às suas mães”. Isto é... não é o parceiro, o chefe, o governo, os empregados, os amigos, a família, os filhos, os pais, o guru, o dharma ou a sangha..... somos sempre nós! Nossas sementes voltando fermentadas. Não adianta lançarmo-nos reagindo mal contra o retorno de nosso karma porque machucaremos mais ainda aos outros e a nós. Temos que cuidar bem de todosmesmo que nos tratem mal. Assim começamos a parar a roda da nossa dor e abrimos espaço para o filme de vida que desejamos assistir.
* Vacuidade - O verdadeiro funcionamento do mundo, de nossa vida e mente. Nada existe sem a interferência de nossas sementes mentais, que por sua vez dependem da maneira como tratamos todos os seres.
* Vacuidade, Votos, Caminho da Visão e Agregados – vide ensinamentos específicos no blog

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